42 aos 24 – parte 5

Eu tenho um número preferido, eu vou explicar por que mais pra frente mas o mais importante agora é que você saiba que eu tenho um numero preferido e que esse número é 42. Algumas pessoas podem achar que isso é óbvio, mas não é tão óbvio assim. Aqueles que não acham que seja óbvio… apenas leiam. Hoje é o meu aniversário de 24 anos, que, mesmo para os desatentos, ainda é o contrário de 42. Eu nasci no dia 4, do 3, mas isso não vem ao caso, o 4 tá lá. 2 mais 4 é igual a 6, que multiplicando pelo dia que eu nasci, 4, resulta em 24, minha idade nesse ano de 2012, e se você multiplicar 2, o primeiro numero desse ano, pelos dois últimos, 12, teremos 24 novamente! Agora a parte mais incrível, pegue uma calculadora, talvez você precise. Pense em um número qualquer. Agora multipliquem ele por 4. Some 42 a esse número. Divida por 2 e em seguida adicione 24 depois da vírgula. Legal, agora pega esse número e enfia no rabo, eu não acredito em numerologia. Acho uma grande perda de tempo. Eu apenas acho o 42 simpático, bonito, agradável, me identifico com ele por algum motivo qualquer, todos devem ter alguma coisa assim. Além dos motivos que eu citarei mais tarde existe também a “cara” do número, ela me agrada. Existem aqueles que acham que as tatuagens devem ter um significado, e que ele deve ser completamente subjetivo, afinal é o sujeito que vai carregá-la pro resto da vida, e há aqueles que acham que tatuagem deve ter apenas um apelo estético, que depois de uma semana você vai se cansar das pessoas perguntando qual o significado dela, e há um terceiro grupo de pessoas cujos os quais eu não faço a mínima ideia do que elas pensam, esse grupo não interessa no momento. Eu compartilho um pouco das duas opiniões, por isso o 42 sobe consideravelmente no meu conceito, não é definitivo, mas ele tem seus significados, ao mesmo tempo que tem o tal apelo estético. A solução seria esconde-lo em algum lugar antes que a enxurrada de perguntas sobre o seu significado faça eu me arrepender da ideia antes mesmo dela cicatrizar no meu corpo.

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Sobre drepo

Pedro Lacerda, filho de Robson Lopes e Marivalda Lacerda, do Vale do Jequitinhonha.
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