42 aos 24 – parte 22

Chegando em casa eu retirei o filme plástico que cobria a tatuagem e esta parecia com um daqueles filmes que cobrem bandejas de carne em supermercados, embebida em sangue. A cara de nojo que você deve ter feito agora, caro leitor, foi a mesma dos meus pais ao me ver remover a película. Além desse olhar, nada de especial, eu os havia preparado pra tal surpresa. Eles foram os únicos a ver e minha avó, que é quem mais deve se aterrorizar, só vai chegar amanhã. Espero que a reação dela não seja tão negativa, na verdade eu nem sei se vou mostrar pra ela, uma camiseta de mangas normais já basta pra esconder o 42, bom, não dá pra esconder essas coisas pra sempre mas a bem da verdade a opinião dela, apesar de ser importante, não fez a tatuagem não vir parar no meu braço e tão pouco vai removê-la de lá.

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Sobre drepo

Pedro Lacerda, filho de Robson Lopes e Marivalda Lacerda, do Vale do Jequitinhonha.
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