42 aos 24 – parte 20

Eu fazia parte de uma outra nação que não a brasileira ou a inglesa, era a nação rubro-negro-azul-verdense, a CPLW, foi uma empresa que eu e mais três amigos criamos no meio do ensino médio e que tinha como nicho mercadológico todos os nichos mercadológicos, pelo menos era o que a gente queria, no fim das contas acabamos vendendo teta-de-nega, paçoca com cobertura de chocolate e coca-cola na porta da escola, não passamos disso, mas o tempo em que estávamos juntos era sempre muito agradável. Por diversos motivos que não só o fim dos tempos da escola acabamos nos afastando e durante cinco anos foi assim que se deu. O meu reencontro com um desses amigos, o Sidnei, se deu no fim de 2011, acidentalmente, no meio da rua, largamos todas as diferenças pra lá e passamos a noite em um bar bebendo Heineken, acreditem, essa é a melhor forma de recuperar amigos, cervejas, cigarros e eventualmente um whisky pra ajudar na digestão sei lá do que… Naquela noite marcamos outras diversas noites e em umas dessas diversas noites foi o Sidnei quem fez os primeiros esboços de como seria a minha tatuagem, e foi a Deborah, sua namorada, quem me deu o endereço de seu tatuador. Acabei não usando os rascunhos do Sidnei, mas anotei o tatuador da Deborah.

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Sobre drepo

Pedro Lacerda, filho de Robson Lopes e Marivalda Lacerda, do Vale do Jequitinhonha.
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