42 aos 24 – parte 16

Desde que eu comecei minha jornada uma série de pessoas se interessaram em ingressar nela comigo, na verdade, quase todos os amigos a quem eu comentei minha intenção ou pedi ajuda se dispuseram a ir comigo, o Guilherme que eu citei anteriormente, foi um deles, minha prima Carolina foi outra, o meu medo é que por sua impulsividade e destreza ela convença o tatuador a tatuá-la independente de sua menoridade, e eu teria que me explicar com os pais delas. Bom, vários outros amigos se dispuseram a ir mas eu não sei se gostaria de tal fato, parece ser uma coisa bem pessoal e que eu vou levar pra sempre, se junto estiver alguém que eu nunca mais vá querer ver na vida, essa tatuagem vai acabar me lembrando desse indivíduo pro resto da vida, se por outro lado for alguém que eu queira ver mas que eu, por algum motivo qualquer, não possa, de novo serei acometido por uma saudade terrível sempre que olhar pra ela. Por isso a tatuagem é só minha, por mera covardia eu estarei só quando tiver meu braço marcado para sempre, por total insegurança nem deus será convidado nesse dia.

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Sobre drepo

Pedro Lacerda, filho de Robson Lopes e Marivalda Lacerda, do Vale do Jequitinhonha.
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